Falta de Estratégia ou Logística mal aplicada

A logística está no nosso dia-a-dia desde a época quando começamos a falar em abertura econômica e estabilização econômica. A abertura deu algo que o brasileiro tinha perdido: parâmetros. Não sabíamos o que era caro ou barato. Com a expansão das nossas importações, a grande coisa que fizemos foi aprender a comparar. Isso foi o prenúncio da logística de hoje.
A estabilização econômica acabou com a famosa ciranda financeira, as indústrias começaram a otimizar sua competência produtiva, diminuindo seus cursos e aumentando suas perspectivas de vendas, ao invés de, construir grandes depósitos para armazenar seus produtos – sem a garantia de venda – atitudes que tinham antigamente.
Estima-se que a capital paulista tem algo como 200 a 250 supermercados 24 horas. Significa que a prateleira tem de estar abastecida o tempo todo. Isso está provocando uma metodologia de distribuição de produtos para atender o cliente. A logística possibilita a empresa aumentar sua participação no mercado. Há dois anos, pesquisa feita na Europa, Estados Unidos e Japão mostraram que somente 20% das empresas tinham um departamento ou uma divisão de logística. De lá para cá, o número talvez tenha crescido 25%.
O maior site brasileiro recebe 500 mil visitas diárias, enquanto um congênere argentino tem 4 mil visitas por dia. E aqui entra a logística de novo: a expectativa de quem compra por computadores é a rapidez no recebimento da mercadoria. E, para tanto, é imprescindível haver um processo logístico.
A formação de mão-de-obra especializada em logística é uma necessidade. No Brasil, não há faculdade de logística. Há cursos na Universidade de São Paulo e no Copead, ligado à Universidade Federal do Rio de Janeiro. O profissional que se dedicar a essa carreira terá emprego garantido. Essa é uma atividade que tem todas as condições de contribuir para o desenvolvimento econômico do Brasil.
Fonte: Ricardo Nascimento
Sócio Gerente _TOP LOG Soluções Logísticas (71) 9602-3225

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